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Cinco pesquisas esquentaram o quadro eleitoral em Alagoas na última semana. Em que pese a desconfiança popular nos institutos – sempre regiamente pagos por políticos com interesse no pleito, os indicativos de cada uma delas – leva a crer que Paulo Dantas (MDB) e Fernando Collor (PTB) vão travar o duelo principal pelo governo de Alagoas.
Correndo por fora, Rui Palmeira (PSD) que estrategicamente ainda não armou o palanque e tende a subir durante o período de campanha, pode surpreender – dado o número de eleitores indecisos. Já Rodrigo Cunha (UB), com palanque pronto, incluindo sua vice, a deputada Jó Pereira (PSDB) e apoios expressivos como Arthur Lira (PP) e JHC (PSB) tombou nas avaliações realizadas pelos principais institutos: IBRAPE, Data Sensus, Real Time Big Data e Paraná Pesquisas.
Pancada forte
A entrada de Collor foi um verdadeiro nocaute no ex-tucano Cunha, candidato do Centrão ao governo de Alagoas.
Rui saiu ileso com o ingresso do ex-presidente na disputa, porque não percorre o mesmo universo declarado de votos bolsonaristas, que se decepcionaram com o senador arapiraquense.
Collor por sua vez, logo de saída, confirmou que detém para qualquer cargo que disputar um percentual semelhante ao que foi divulgado pelos institutos, tendo em vista a “paixão” pelo ex-presidente que mantém eleitores cativos.
Paulo Dantas, com competência soube absorver os benefícios da maquina administrativa para si, vantagem permitida a todos os detentores de mandato em busca da reeleição.
Sem dó, nem piedade
Conhecidos os “lutadores”, agora a pré-campanha migra para o lado mais agressivo, onde cada nome na disputa deverá desconstruir a imagem do adversário.
E deverão partir logo para o nocaute. Jabs e cruzados não surtirão efeito. Numa disputa de pouco mais 80 dias, golpes como esses podem deixar o adversário grogue, mas ainda de pé. E a hora é da solução final para ver quem sai com o cinturão de governador em outubro.